A causa desta doença prende-se com a acumulação de uma proteína (amilóide) na periferia das células.
O diagnóstico da doença pode ser feito a partir de testes cognitivos e de neuroimagens, como a ressonância magnética e a TAC.
Estima-se que cerca de 26,6 milhões de pessoas no mundo tenham Alzheimer.
As primeiras manifestações da doença são, muitas vezes, falsamente relacionadas com a idade ou o stress.
Os sintomas mais comuns são a perda de memória a curto prazo, dificuldades a nível da fala e de movimentos e alterações bruscas de humor.
Em fases mais avançadas da doença, o paciente perde frequentemente a noção do tempo e do espaço e fica completamente dependente de um tratador, o que acaba por o levar à depressão.
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